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Archive for the ‘Miranda de l Douro’ Category

El pasáu mes de santamarina presentóuse una nueva edición del poemariu Cebadeiros, de Francisco Niebro, unu de los seudónimos del conocíu escritor mirandés Amadeu Ferreira. Esti llibru foi’l primer poemariu de l’outor, y víu la lluz allá pol añu 2000. Escritu en llengua mirandesa, los sous poemas fonen traducíos bien aína al portugués, castellanu y hasta’l guaraní. La segunda edición d’esti llibru foi presentada na Cámara Municipal de Miranda do Douro hai unas sumanas, coincidiendo col setenta aniversariu del nacimientu del escritor.

Amadeu Ferreira, que morríu hai yá 5 años, foi una de las figuras más importantes na recuperación moderna del mirandés. Residente en Lisboa dende los años 80, el sendinés foi outor de varios poemarios, prosa y tamién fizo traducciones d’obras clásicas y de lliteratura portuguesa.

(d’Actualidá de Furmientu, 18-08-2020)

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Miranda do Douro, Bragança, 06 jul 2020 (Lusa) – A Associação de Língua e Cultura Mirandesa (ALCM), com sede em Miranda do Douro, deu início a um curso de mirandês `online`, no qual marcam presença 40 alunos de países dos diferentes continentes, divulgado hoje a organização.

“As matrículas neste curso de língua mirandesa surgiram de países [e territórios] tão diferentes e distantes como Costa Rica, Macau, Polónia, Estados Unidos, Portugal e Espanha”, concretizou à Lusa o presidente da ACLM, Alcides Meirinhos.

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A comunidade de falantes de língua mirandesa juntou-se num vídeo de cerca de três minutos apelando à população residente e na diáspora para ficarem em casa, durante a pandemia provocada pela Covid-19.

A mensagem conta com mais de duas dezenas de intervenientes de várias idades e profissões e começou hoje a ser difundida, ao início da tarde, na rede social Facebook e no YouTube, estando a chegar a vários pontos de Portugal e do mundo.

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Investigadores da Universidade de Vigo, em Espanha, estão a realizar, “pela primeira vez”, um estudo “abrangente” sobre o estado da língua mirandesa e, numa fase ainda “preliminar”, alertam para a “insuficiência” do ensino, quanto à manutenção futura do idioma.

“A nossa primeira impressão é que o ensino do mirandês, que atualmente se está a oferecer nas escolas do concelho, é insuficiente. Os alunos que não aprendam o mirandês em casa, têm um conhecimento praticamente nulo desta língua”, revelou hoje à Lusa o professor do departamento de Filologia Portuguesa e Galega da Universidade de Vigo (UV), Xosé Costas.

Para chegar a esta conclusão, ao longo dos últimos três dias, uma equipa de alunos da UV, designada por “Brigada da la Léngua” (Brigada da Língua), composta por seis equipas de dois elementos, percorreu o concelho de Miranda do Douro, no distrito de Bragança, onde foram realizados cerca de 350 inquéritos à população residente e estudantil que começaram por mostrar alguns sinais “preocupantes” sobre o estado da segunda língua oficial em Portugal.

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El primer ministru de Portugal, António Costa, fixo ayeri usu del mirandés na so cuenta en Twitter tres visitar Bergáncia. Nella recuerda qu’hai venti años qu’esti idioma foi reconocíu como “haber cultural i lhenguístico sien acumparança que hai que mantener i sparba” y califícalu de “mina cultural que cada giraçon deixou a las de soutordie”.

D’igual forma, el socialista fixo usu de la toponimia mirandesa, refiriéndose a Bergáncia y non a Bragança, nome del llugar en llingua portuguesa.

ANEXU: Tuit d’António Costa.

(d’Asturies.com, 28-02-2020)

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Numa pequena sala da Casa de Trás-os-Montes em Lisboa, funciona à segunda-feira e em horário pós-laboral uma aula de língua mirandesa, onde até um aluno francês de Erasmus já se inscreveu para aprender esta língua falada no nordeste transmontano.

Antes de dar início a mais uma aula, António Cangueiro, professor de mirandês, falou à Lusa sobre este seu percurso, que começou ainda com o escritor, professor universitário, estudioso e divulgador da língua mirandesa Amadeu Ferreira, que instituiu o curso em Lisboa há dez anos.

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A banda desenhada “A Filha de Vercingétorix”, a mais recente aventura dos gauleses Astérix e Obélix, tem este mês uma edição em mirandês.

Editado pela Asa, o livro tem por título “La filha de Bercingetorix”, com tradução de Carlos Ferreira e José Pedro Ferreira, e junta-se a outras edições desta série de banda desenhada já editadas em língua mirandesa, como “Asterix, l Goulés” e “L Galaton”.

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La Asociación Serondaya ha fallado el último de los Premios de la Innovación Cultura de este año, el de la categoría de Ciencias de la Cultura Humana. Ha recaído en Sons da terra, un archivo vivo de la memoria cultural del noroeste de la Península Ibérica. Sin reconocer más fronteras que las de los pastores, ateniéndose a su fidelidad portuguesa, en el concejo de Miranda del Douro, donde todavía se habla asturleonés, se encauzó desde los años 90 una sensibilidad cultural que, transcendiendo lo local, descubrió un espacio antiguo de Europa. El noroeste de la Península ibérica, la antigua provincia romana de Gallaecia et Asturia, fue descubierto entre muchos otros mirandeses por Mário Correia, alma impulsora del archivo Sons da terra, una bóveda sensible que alberga la cultura idéntica que del Duero al Cabu Peñes floreció a lo largo de la historia. Asturias, Galicia, León, Zamora, Tras-Os-Montes y Miño, territorios del antiguo reino de Asturias y León, son la fuente de una cultura musical única en Europa, desarticulada tan sólo por el desdén del olvido. Y de ellos ha sido el premio.

Así lo decidió el pasado martes el jurado integrado por María de Álvaro, jefa de Edición de El Comercio, que actuó como presidenta, Luís Felipe Fernández, Ernesto Burgos , Miguel Ángel De Blas Cortina, Xuan Bello, Ismael González Arias y Fulgencio Argüelles Tuñón, presidente de la Asociación Cultural Serondaya, que ejerció de secretario, con voz, pero sin voto.

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ANTÓNIO PEREIRA

Entrevista com os Pica & Trilha, com “Sonido de scachar piedra” vão buscar a inspiração à língua mirandesa para apresentar um rock original e surrealista, próprio de uma banda assumidamente rural, o rock em mirandês reinventa a tradição com o “Facebook, tratores e hard rock!” ​

Os Pica & Trilha são uma banda de rock Mirandês, com sede em Sendim Miranda do douro, composta por 5 elementos.
Emilio Martins: Vocalista
Fernando Rodrigues: Guitarra
Vitor Teixeira: Bateria
Abilio Fernandes: Baixo
Elidio Poço: Teclado

AP: Boa tarde, estamos aqui com os Pica & Trilha a fazer uma entrevista para o diário de Trás-os-Montes.
Pica & Trilha, nome mirandês, o rock mirandês, e Pica&Trilha surge do quê, como chegaram a esse nome?

Pica&Trilha: Portanto, “Pica” consistia antigamente em picar, cortar em pedacinhos as giestas e outras plantas selvagens, depois eram espalhados ao longo das ruas, uma vez que não existia alcatrão e não estavam asfaltadas, depois de decompostos eram remexidos de vez em quando com uma forquilha. Mais tarde era colocado no meio do estrume dos animais e ficava a fermentar, transformando-se um precioso fertilizante. Mas na nossa visão, “Pica” também no sentido de espicaçar, ou seja, alertar para os problemas do interior, principalmente da nossa região, Trás-os-Montes. O “Trilha”, tem a ver com a trilha, a atividade da trilha, portanto, da ceifa que envolvia o espirito comunitário, e, muita população com um objetivo comum num ritmo acelerado, com receio da chuva; Noutra vertente “Trilha” no sentido de sabermos o caminho que queremos trilhar, ou seja, defender Trás-os-Montes, criticar o abandono do interior, portanto, é nesse sentido que vem o trilha, Pica e Trilha, picamos, mas ao mesmo tempo sabemos aquilo que queremos.

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Os responsáveis pelo Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro (AEMD) reclamam do Governo “mudanças significativas” para o ensino do mirandês, a começar pela elaboração de manuais próprios para leccionar a segunda língua oficial em Portugal.

“Na maioria das disciplinas, o Ministério [da Educação] assegura o empréstimo dos manuais escolares aos alunos. No caso do mirandês, são os professores a criar a suas próprias ferramentas e metodologias de ensino. A disciplina de Língua e Cultura Mirandesa torna-se numa situação complicada, porque não existem no mercado livros que possam ser adaptados para o ensino desta cadeira”, disse à Lusa, o presidente do AEMD, António Santos, no arranque de mais uma no lectivo.

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